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Simula Etapa 2026

Simula Etapa

O Simula Etapa é uma atividade voltada à ampliação da visão do aluno sobre temas contemporâneos ou de importância histórica, por meio da simulação de reuniões nos moldes dos comitês da ONU – Organização das Nações Unidas – ou, ainda, de outras organizações internacionais, nacionais ou regionais.

A partir da exploração de temas de diversas áreas, como Economia, Direito, Saúde e a própria Diplomacia, o aluno é levado a desenvolver a oratória, a cordialidade, a cooperação e o pensamento crítico-analítico. Nesse sentido, o contato com outras culturas e outros contextos sociais, econômicos e políticos proporciona ao aluno uma conscientização como cidadão e agente de seu tempo.

O Simula Etapa tem suas origens no EMUN (Etapa Model United Nations), um projeto idealizado e realizado desde 2011 pelos alunos do Ensino Médio do Colégio Etapa e, desde 2016, ele se concretizou como evento oficial interno e para redes parceiras.

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O EMUN (Etapa Model United Nations) é o grupo responsável pela organização do Simula Etapa. Criado e mantido desde 2012 pelos alunos do Ensino Médio, com sessões semanais de simulação dentro do próprio Colégio Etapa, e tem participado de grandes encontros de simulação no Brasil e nos Estados Unidos, tal como o Harvard Model United Nations, um dos mais concorridos do mundo. 

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DATA DA SIMULAÇÃO:
04/06 a 06/06

LOCAL:
ESEG | Faculdade do Grupo Etapa
Colégio Etapa Vila Mariana

 

PERÍODO DE INSCRIÇÃO:

As inscrições serão abertas a partir do dia 15 de maio (sexta-feira) até o dia 29 de maio (sexta-feira).

 

Observação: A circular deverá ser preenchida pelo responsável do aluno (a), ser digitalizada e enviado para o seguinte e-mail simulaetapa@etapa.com.br.

 

INVESTIMENTO

- VILA MARIANA E VILA MASCOTE
Taxa de Inscrição: R$450,00 

Inclui: Almoços, Coffee Breaks e Festa de Encerramento

- VALINHOS
Taxa de Inscrição: R$450,00

Hospedagem no Hotel Ibis Budget (Rua Vergueiro, 1571): R$400,00

Taxa de Inscrição com hospedagem no Hotel Ibis Budget: R$850,00

Inclui: Hospedagem, Transporte, Almoços, Coffee Breaks e Festa de Encerramento

 

LINKS DE INSCRIÇÃO:

Vila Mariana: forms.gle/wJKRbwdAxqgrekig8 

Vila Mascote: forms.gle/JduEaTnQwFwCw8fb7 

Valinhos: forms.gle/3kzjVuJxBhsY7pvu5 

CRIA:  forms.gle/fg8pCTVNKpYmoFm29 

 

CIRCULAR:

DÚVIDAS:
Entre em contato pelo e-mail: simulaetapa@etapa.com.br

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Guilherme Ribeiro Batista Santoni Borges 

Guilherme Ribeiro Batista Santoni Borges é estudante de Direito na Universidade de São Paulo e de Engenharia da Computação na ESEG. Sua trajetória nas simulações teve início em 2021, ainda no nono ano, e consolidou-se a partir do ingresso no Emun, no primeiro ano do Ensino Médio, experiência que o acompanhou até a formatura. No Simula Etapa, participou de cinco edições, sendo quatro como delegado e uma como diretor, ocasião em que conduziu uma agência especializada sobre o caso Edward Snowden. Ao longo desse percurso, também integrou diversas simulações externas, nacionais e internacionais, atuando como delegado e, em algumas ocasiões, como chefe de delegação, além de ter acumulado premiações em diferentes conferências. Em 2025, foi Secretário Administrativo da SiEM e, em 2026, assumiu a função de Subsecretário Jurídico do SPMUN. Agora, como Secretário Honorário da XI edição do Simula Etapa, Guilherme deseja contribuir para a continuidade de um espaço que una seriedade acadêmica, pensamento crítico e paixão pela arte de simular, ajudando a construir um ambiente seguro, inspirador e intelectualmente vivo, no qual os participantes possam reconhecer, no debate e na reflexão, não apenas uma forma de compreender o mundo, mas também um primeiro passo para transformá-lo.

Giovanna Queiroz Lopes 

Giovanna Queiroz Lopes é estudante de Direito na Fundação Getúlio Vargas(FGV). No primeiro ano do seu ensino médio, em 2022, entrou no EMUN e se apaixonou pela atividade e logo participou do Simula que também foi amor à primeira vista. A aluna participou das atividades durante seus três anos e simulou comitê inglês, gabinete histórico e um comitê em português em sua trajetória no Simula passado. Durante esse tempo, ela também frequentou de diversas simulações, tendo a oportunidade de ir para Harvard(HMUN) e Yale(YMUN). Mesmo após ter terminado sua trajetória no etapa continuou participando da organização de simulações, sendo diretora do X Simula Etapa, Secretária Institucional da SiEM, Diretora acadêmica e de parcerias do SPMUN. Portanto, participar, como secretária da simulação que sempre foi sua casa e onde aprendeu a debater, onde se apaixonou pelas MUN’s e fez amizades que perduram até hoje, é uma honra e um privilégio. A aluna deseja construir uma edição que transmita amor e aprendizado.

Pedro Henrique Homma Adachi 

Pedro Henrique Homma Adachi é estudante de Geografia na Universidade de São Paulo. Como adolescente do ensino médio e amante da geopolítica, ele estava em sua fase de construção da sua própria identidade acadêmica, até que começou a participar do EMUN em 2022, tal atividade que se apaixonou e continuou a frequentar até o seu ano de formação de 2024. Ao longo desse tempo, frequentou o Simula Etapa pela primeira vez como delegado em 2022, no comitê UNCSW sobre “Desafios e Melhorias ao Direito Feminino com a tomada do Talibã”,onde se apaixonou com imensidão por simulação e fez amizades que se estendem até hoje. Com esse amor, ele continuou a participar até os dias atuais no evento, mas, agora, como Secretário Honorário. Nessa décima primeira edição do Simula Etapa, espera-se deixar mais uma de suas marcas na história do evento, contribuindo o máximo para que, por mais uma vez, a conferência marque a vida dos delegados, tanto os ajudando a se descobrir academicamente quanto para formação de novas amizades que carregarão em diante. Por fim, ter a oportunidade de organizar o Simula Etapa representa algo além de retribuir os 4 anos de dedicação, mas, sim, uma missão com a juventude que está a se formar dentro do ambiente educacional do Etapa.

Aulus Sevinius Fontes Filho 

Fascinado pelo corpo humano, Aulus Sevinius Fontes Filho formou-se pelo Colégio Etapa Valinhos em 2024 e, atualmente, é estudante de Medicina na Universidade Positivo. Sua trajetória no EMUN teve início em 2022, quando passou a aprofundar seu entendimento sobre geopolítica e a aprimorar habilidades interpessoais, destacando-se por sua empatia e capacidade de escuta. Ainda nesse ano, integrou o comitê ECOSOC no Simula Etapa, cujo tema foi “Os Impactos da Indústria da Moda”. Ao longo de sua participação em simulações externas, acumulou menções honrosas, reflexo de seu comprometimento e de sua habilidade argumentativa. No Simula Etapa, destacou-se como delegado por três anos consecutivos e, posteriormente, como diretor acadêmico do Conselho de Segurança, no comitê “As Missões de Paz das Nações Unidas”. Essa experiência foi profundamente transformadora, marcada por intenso aprendizado e pela convivência com pessoas que contribuíram de forma inigualável para sua formação pessoal e acadêmica. Ao lado de delegados altamente engajados, destacou-se na construção de consensos sólidos, mesmo em cenários de forte divergência, como resultado do diálogo, e da cooperação entre diplomatas. Atualmente, como Secretário Honorário, Aulus é movido pelo propósito de transformar o Simula Etapa em mais do que uma simulação: uma experiência formadora e marcante. Compromete-se a construir um ambiente acolhedor, seguro e intelectualmente desafiador, no qual cada participante da XI edição do Simula Etapa se sinta encorajado a se posicionar, evoluir e superar seus próprios limites. Sua missão é proporcionar uma vivência que não apenas desenvolva competências como liderança, trabalho em equipe, diplomacia, pensamento crítico e comunicação, mas que também desperte confiança e gere impacto duradouro em cada delegado.

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Prezados Diretores e Delegados,

Sejam bem-vindos à XI edição do Simula Etapa!

Neste ano, voltamo-nos a uma das discussões mais urgentes do nosso tempo: “Arritmia das Nações: modernização institucional ou colapso civilizatório na era digital?”.

As transformações tecnológicas que marcam o presente, com frequência apresentadas como sinais inevitáveis de avanço, integração e eficiência, vêm alterando de maneira profunda os alicerces políticos, jurídicos e econômicos da vida contemporânea. Mas em que medida esse processo, de fato, fortalece as instituições sobre as quais se organizou a modernidade? Ou será que, sob a aparência do progresso, despontam novas formas de controle, assimetria e esvaziamento da ação democrática? Tendo como referência crítica a obra Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, propomos investigar se a expansão das tecnologias digitais e das inteligências artificiais corresponde a uma adaptação institucional do sistema internacional ou se revela uma desorganização mais profunda das estruturas que sustentam a vida política moderna.

Mais do que uma sucessão de inovações, o cenário atual aponta para uma reorganização das formas de poder, da produção normativa e dos mecanismos de legitimação. Em um espaço público atravessado por algoritmos, dinâmicas de engajamento e fluxos permanentes de desinformação, o debate coletivo perde densidade, enquanto atores privados passam a exercer influência crescente sobre a circulação de ideias, os critérios de visibilidade e os próprios limites do discurso público. Nesse contexto, a soberania estatal, a normatividade jurídica e a deliberação democrática passam a conviver com estruturas transnacionais de mediação tecnológica que desafiam categorias tradicionais do direito e da política.

Ao longo dos dias de simulação, os delegados e as delegadas da XI edição do Simula Etapa serão convidados a enfrentar essas tensões de maneira crítica, examinando como tecnologia, economia, direito e poder se articulam em uma ordem internacional cada vez mais instável e descentralizada. Os comitês foram pensados de modo a explorar essa problemática em múltiplas dimensões, permitindo que diferentes contextos revelem os efeitos políticos, institucionais e sociais da era digital. As palestras e demais atividades da conferência também acompanharão esse mesmo horizonte de reflexão.

A proposta desta edição exige mais do que respostas imediatas: exigirá de cada participante a capacidade de discernir se o mundo contemporâneo atravessa apenas uma fase de reorganização institucional ou se já testemunha o enfraquecimento silencioso das bases que sustentam a democracia, o direito e a própria ideia de ordem política. Esse debate dependerá de escuta atenta, argumentação consistente e disposição para construir análises e caminhos que ultrapassem soluções fáceis e interpretações acomodadas.

Atenciosamente,
Secretariado da XI edição do Simula Etapa.

Guilherme Ribeiro Batista Santoni Borges 
Giovanna Quiroz Lopes 
Pedro Henrique Homma Adachi
Aulus Sevinius Fontes Filho

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Missão

Criação, fomentação e ampliação de um espaço de discussão dos delegados, a fim de estimular a cidadania ativa. Esse espaço é parte de um projeto maior de simulações que busca, além da sala de aula, o desenvolvimento social, político e acadêmico de seus participantes.

Visão

Exercício das habilidades de eloquência, oratória e negociação; pensamento crítico, analítico e estratégico; presença empática e cidadã no contato com essa experiência de simulações.

Valores

Por meio do respeito, da integridade, da tolerância, da empatia e da cidadania, guiamos nossas ações para além do Simula Etapa. 

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Agência Especializada - ReGenesis: quando não existem leis, apenas escolhas 

O ano é 2130. Cem anos se passaram desde um conflito nuclear que devastou o planeta,
destruindo cidades, governos e praticamente todas as estruturas que sustentavam a vida
organizada na Terra. Durante décadas, acreditou-se que a superfície seria inabitável por
gerações. No entanto, florestas cresceram sobre antigas ruínas e novas formas de vida
ocuparam espaços antes dominados pelo concreto e pela tecnologia.
Um grupo de jovens chega a esse planeta em recuperação. Sem ter vivido o mundo anterior,
vocês o conhecem apenas por relatos fragmentados do passado. Diante desse ambiente, surge
uma oportunidade inédita: iniciar uma nova sociedade.
Recomeçar também significa enfrentar questões fundamentais. Sem governos, leis ou
economia estabelecidos, cada decisão terá impacto direto no futuro da humanidade.
Os senhores decidirão quais valores guiarão essa nova civilização. Conflitos de interesse e
dilemas morais inevitavelmente surgirão. Afinal, a antiga sociedade não desapareceu por
acaso, ela colapsou por escolhas humanas.
Diante de um planeta que renasce lentamente, resta uma pergunta central: será possível
construir um mundo diferente, ou a humanidade repetirá os mesmos erros do passado?

 

CDH (Conselho dos Direitos Humanos) - Educação e prevenção ao extremismo violento 

O Conselho de Direitos Humanos (CDH), um dos principais órgãos da ONU, tem como
responsabilidade promover e proteger os direitos humanos em todas as suas dimensões —
civis, políticos, econômicos, sociais e culturais —, monitorando situações de violação ao
redor do mundo e orientando os Estados-membros na construção de respostas efetivas aos
desafios que ameaçam a dignidade humana.
Desde que as Nações Unidas passaram a adotar uma abordagem preventiva ao terrorismo —
especialmente após o Plano de Ação proposto por Ban Ki-Moon em 2015 —, ficou evidente
que o enfrentamento do extremismo violento exige muito mais do que respostas militares. Ele
exige educação de qualidade, coesão social, combate à discriminação e fortalecimento das
instituições democráticas. Fatores como a má governança, a desigualdade estrutural e o uso
crescente das redes sociais para a disseminação de ideologias radicais tornaram o problema
ainda mais complexo e urgente.
Essas questões são de extrema importância para o contexto histórico e atual, e é justamente aí
que o CDH encontra seu papel mais significativo: não apenas denunciando violações, mas
promovendo ativamente as condições que impedem o avanço do ódio e da violência. O
intuito do comitê é, por meio do debate e da troca genuína de ideias, levar os delegados a
refletir sobre como a proteção dos direitos humanos pode ser a resposta mais poderosa ao
extremismo, reforçando a importância da cooperação internacional e contribuindo para o
desenvolvimento de propostas concretas que coloquem a dignidade humana no centro de
qualquer estratégia de paz.

 

ECOFIN (Comissão Econômica e Financeira) - Desglobalização e Desigualdade: Transformações na Estrutura Econômica Mundial

Transformações na Estrutura Econômica Mundial
O ECOFIN (Conselho de Assuntos Econômicos e Financeiros), enquanto comitê da ONU
responsável pela economia internacional se vê diante de mais um problema. Desde a crise de
2008, o mundo que antes era tão conectado agora se vê fragmentado e diante de um processo
de desglobalização que vem amplificando questões relacionadas à desigualdade na economia

mundial. Desta forma o comitê se debruçará mais uma vez sobre as relações de trabalho,
dinâmicas de comércio e a disparidade que aflige todos os países. O comitê, fundado em
1945 foi fundamental para a reconstrução mundial após a segunda guerra e diversas outras
crises desde então, portanto o intuito é estimular a discussão sobre as transformações na
economia mundial e as formas de extinguir a desigualdade no futuro, reiterando a noção de
que a cooperação internacional é fundamental para a manutenção de uma ordem econômica
sustentável à todos.

 

Gabinete Histórico – Eleições Americanas de 2016

Em 2016, os Estados Unidos viviam um momento de profunda ebulição política. O país que
havia elegido seu primeiro presidente afrodescendente oito anos antes — numa onda de
esperança e renovação — chegava ao fim do governo Obama carregando contradições
difíceis de ignorar: o desemprego havia caído de 10% para 4,6% e cerca de 22 milhões de
americanos haviam sido incluídos no sistema de saúde pelo Obamacare, mas a renda média
das famílias ainda não havia se recuperado aos patamares anteriores à crise de 2008, e o
ressentimento de parcelas significativas da população americana acumulava-se em silêncio.
Nesse contexto, democratas e republicanos — os dois partidos que, desde a Guerra de
Secessão, dominam a política americana — chegavam à disputa mais polarizada em décadas.
Os democratas, historicamente ligados às pautas progressistas, aos direitos das minorias e à
intervenção do Estado na economia, enfrentavam um eleitorado dividido. Os republicanos,
herdeiros de um conservadorismo construído ao longo de gerações em torno do livre
mercado, da propriedade privada e dos valores tradicionais, sentiam o chão se mover sob seus
próprios pés.
Num sistema eleitoral onde o voto não é obrigatório, onde o Colégio Eleitoral distribui 538
delegados entre os estados e onde a vitória depende menos do voto popular do que da
conquista estratégica dos chamados estados-pêndulo — como Flórida, Ohio e Iowa —, a
eleição de 2016 se anunciava como um campo de batalha sem precedentes.

 

Gabinete Político – Getúlio Vargas: a crise da República e o caminho até o Estado Novo

Após anos de desgaste da ordem política da Primeira República, o Brasil mergulha em um
período de profundas incertezas. As estruturas tradicionais de poder começam a ruir diante de
crises econômicas, disputas entre elites regionais e o crescente protagonismo de militares e
novos grupos políticos. Nesse cenário turbulento, a ascensão de Getúlio Vargas representa
não apenas uma mudança da liderança e organização do Brasil, mas a possibilidade de uma
transformação radical no funcionamento do Estado brasileiro.
Entre as conspirações, os discursos carregados de arritmia e as negociações feitas nos
bastidores do poder diferentes projetos de nação entram em confronto: enquanto alguns
defendem a centralização política e reformas capazes de modernizar o país, outros resistem à
concentração de poder e lutam para preservar as antigas estruturas e autonomias regionais.
À medida que alianças são formadas e rompidas, o governo busca consolidar a sua autoridade
em meio a pressões internas e desafios políticos constantes. Nesse contexto, cada decisão
tomada pelos delegados poderá definir o rumo do país. O Brasil se encontra diante de um

momento crucial para sua história, e as escolhas feitas agora poderão moldar profundamente
o futuro, por isso contamos que os senhores delegados trilhem esse caminho e construam um
mundo admirável para os brasileiros.

 

Temático - Harry Potter e a Batalha de Hogwarts: O Destino Final do Mundo Bruxo

Bem-vindos a Hogwarts, o castelo que por séculos representou o lar, o refúgio e o símbolo
maior do mundo bruxo. Mas esta noite, seus corredores iluminados por tochas e suas torres
centenárias não abrigam estudantes em busca de conhecimento — abrigam guerreiros em
busca de sobrevivência. O Lorde das Trevas chegou. E ele não veio negociar. Durante anos,
Voldemort reconstruiu seu poder nas sombras, reunindo Comensais da Morte, subjugando o
Ministério da Magia e espalhando o terror por cada canto do mundo bruxo. Agora, com suas
forças reunidas às portas de Hogwarts, ele exige apenas uma coisa: Harry Potter. Entregue o
menino, e o castelo será poupado. Resista, e nada restará de pé.
Neste comitê, você estará no coração da Batalha de Hogwarts, o confronto que decidirá o
destino do mundo bruxo para sempre. Do lado das trevas ou da luz, cada decisão importa,
cada sacrifício tem peso e cada feitiço pode mudar o curso da história. Afinal, como
Dumbledore nos ensinou — são nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito
mais do que nossas habilidades. A batalha começou. Qual lado a história vai lembrar?

 

TPI (Tribunal Penal Internacional) - Julgamento de Omar al-Bashir

Desde que subiu ao poder no Sudão através de um golpe militar, Omar al-Bashir governou o
país africano em meio a conflitos internos e forte repressão. Em 2003, a região de Dafur virou
palco de um conflito violento entre forças governamentais e grupos rebeldes. Relatórios
internacionais passaram a denunciar ataques contra civis, alguns de caráter étnico e violência
generalizada.
Diante dessas denúncias, em 2008 um promotor do Tribunal Penal Internacional apresenta
acusações formais contra o presidente sudanês.
Esse é o contexto em que os delegados terão a desafiadora tarefa de reescrever o passado,
incorporando advogados, promotores e juízes, decidindo o destino de um chefe de Estado
acusado de alguns dos crimes mais graves do direito internacional.

 

UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) - Educação e o condicionamento social na era da inteligência artificial

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), foi
fundada em 1945 e tem como objetivo promover a paz e a segurança mundial por meio da
cooperação sobre educação, ciência, cultura e informação. Ela é um dos principais comitês
responsáveis pela preservação da cultura e do patrimônio histórico mundial, além de
promover a ciência e a redução da desigualdade pelo mundo. Sobre o avanço da Inteligência
Artificial, a UNESCO se torna um importante palco para debates, uma vez que essa nova

tecnologia traz importantes debates sobre o futuro da cultura e da sociedade. Tal ferramenta
pode ser a solução para diversos problemas, mas também pode ser a geradora de problemas
como plágio e “fake news”. Com isso em mente, o objetivo desse comitê é promover debates
frutíferos e respeitosos entre os delegados sobre como essa tecnologia representa uma ameaça
internacional para a cultura da sociedade atual, além de como ela afeta e interfere no
desenvolvimento educacional da sociedade.

 

UNSC (United Nations Security Council) - Tension in the South China Sea

Severe countries surrounding the South Chinese Sea, along with major global powers, dispute
sovereignty over its islands, reefs, and maritime zones. These tensions raise important
questions: does the defense of sovereignty project nation security or does it risk destabilizing
regional peace? Can international law resolve territorial disputes or will geopolitical interests
continue to dominate the region?
At the United Nations Security Council (UNSC), delegates will confront one of the most
sensitive geopolitical disputes of the twenty-first century: the conflict over maritime borders
in the South China Sea. Rich in natural resources and crossed by some of the most important
global trade routes, the zone has become the center of competing territorial claims, growing
military presence, and strategic rivalry.
Delegates must then analyze the historical claims, economics interests, and security
implications surrounding the conflict. Through diplomacy, they must prevent escalation,
promote regional stability, and discuss the role of international law in managing maritime
disputes.
It is up to the security council to deliberate, negotiate, and seek solutions capable of
preserving peace in one of the most contested regions.
Will diplomacy prevail over confrontation?

 

Imprensa

A importância da imprensa é indiscutível. Ao agir como a voz da sociedade em um mundo
cada vez mais mediado por algoritmos e inteligências artificiais, ela deve fornecer as
informações mais precisas e verificadas possíveis sobre os riscos do colapso institucional —
local, nacional e global. Em tempos de polarização e erosão normativa, ela se torna uma voz
essencial na busca pela verdade e na exposição de um controle que, como em Admirável
Mundo Novo, se exerce não pela força, mas pelo prazer e pela distração.
A imprensa é fundamental para aumentar a conscientização sobre questões que moldam o
nosso tempo, como a colonização algorítmica da esfera pública, a perda de soberania das
nações e a transformação da legitimidade em mercadoria — estimulando o engajamento
cívico e a ação coletiva antes que o silêncio se torne norma. Ela desempenha um papel vital
na prevenção desse colapso estrutural, ao iluminar a arritmia das nações e ao promover o
diálogo necessário entre povos que, sob a lógica da eficiência digital, correm o risco de
perder não apenas suas instituições, mas a própria capacidade de se reconhecerem como
sujeitos políticos.

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